"Como os ninhos, que são a casa da ave, e que todos diferem consoante a ave que o fabricou e o habita, a casa do homem reproduz com fidelidade a vida, a ocupação, o carácter, o sentimento dos moradores. Toda a casa tem, como os donos, uma fisionomia especial, que as gerações lhe imprimiram." Malheiro Dias
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Mar, Miguel
A palavra mar,
É a palavra de que
agora
Vos vou falar.
Mar é sossego, é a
calma
Que são as férias
E que às vezes nos
Fazem esquecer todas
as matérias.
No mar há peixes a
nadar
Tubarões, polvos e às
vezes com sorte,
Vemos golfinhos
Que nos conseguem
logo animar.
Quando olho para o
mar,
A minha avó que
faleceu
Consigo relembrar
Sempre com um sorriso
Que me faz acalmar.
Com isto quero dizer
Que a palavra mar é
linda
E a todos, quando
ouvida
Devia dar prazer.
Um ano no Douro, Maria
Começa
com o inverno
Com
tudo congelado
Coberto
de neve,
Mesmo
assim
O
Douro brilha nos
Olhos
de qualquer um
Mesmo
o mais resingão!
Começando
a primavera
Começa
a beleza
Na
margem do rio Douro
Flores
amarelas, vermelhas
Tudo
fica multicolor.
Rosas,
tulipas, margaridas
No
verão,
Já
nem se fala…
No
meio do calor
Num
barco navegamos
Sem
ver nada.
A
única coisa
Que
apreciamos
A
única coisa
Que
vemos
Já no
outono,
Com
as videiras
Cheias
de uvas
Para
comer,
As
melhores são dos
Alegria
anda por aí.
À
noite, já tarde,
Ouvem-se
canções,
Saboreia-se
o cheiro,
O
melhor do mundo!
Tudo
é testemunho das gentes,
Do
som, da paisagem, das águas
Que
nos enternecem
E num
reino delicioso
Nos
envolvem.
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